No dia 19 de Novembro de 2011, a cidade de Paraipaba e toda população da região do Vale do Curu se despedia do saudoso Francisco Paulino Cavalcante (Betão), cara simples, gentil, despretensioso e abnegado eram as suas maiores características, amigo dos pobres foi um dos líderes da implantação do bairro da Boa Esperança, maior bairro da periferia paraipabense, pioneiro na modernização do esporte de sua cidade, parceiro do agricultor, do vaqueiro, do pobre, do rico, Betão não tinha distinção de raça, cor, religião e muito menos de classe social. Formado em Ciências Pedagógicas, atuou muito pouco na Educação, sua maior paixão era a política e foi na mesma que exerceu o cargo de vereador em Paracuru na década de 80, vice-prefeito e posteriormente prefeito na década de 90 no município de Paraipaba, também foi suplente de deputado estadual, na sua vida pública foi o responsável por inúmeras realizações nos campos da saúde, educação, esporte e agricultura. Foi criador de gado mestiço e nelore chegando a ser entrevistado pelo programa Globo Rural da TV Globo em 1998 em uma reportagem sobre travessia de gado do litoral para o sertão. Pela sua integridade e determinação era conhecido em toda região do Vale do Curu como o político barriga cheia, aprimorando a política pé no chão do interior cearense. Betão deixou saudades, mas com certeza aonde estiver, estará fazendo muita gente sorrir, como fez aqui na terra com suas prozas e respostas na ponta da língua sempre com humor.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
CUNHA ARMA TRINCHEIRA NA CÂMARA: 'DAQUI NÃO SAIO'
"Pode pressionar, eu não renuncio.
Sem a menor chance. Podem retirar apoio, fazer o que quiserem. Tenho amplo direito de defesa. Não podem me tirar'', disse, neste sábado, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); contas secretas na Suíça atribuídas ao parlamentar e a sua esposa, a jornalista Claudia Cruz, receberam depósitos de R$ 23,2 milhões; apesar disso, Cunha ainda tem o apoio do PSDB, que conta com ele para um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff
10 DE OUTUBRO DE 2015
247 – O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, concedeu rápida entrevista à Globonews neste sábado, em que reiterou sua disposição de resistir no cargo, a despeito das denúncias que se avolumam contra si.
"Pode pressionar, eu não renuncio. Sem a menor chance. Podem retirar apoio, fazer o que quiserem. Tenho amplo direito de defesa. Não podem me tirar'', afirmou.
Ela também demonstrou não ter preocupação com eventual representação no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar. ''Vão iniciar de qualquer jeito. Isso leva um tempo''.
As contas secretas na Suíça atribuídas ao parlamentar e a sua esposa, a jornalista Claudia Cruz, receberam depósitos de R$ 23,2 milhões nos últimos anos. Uma delas foi usada para despesas pessoais da jornalista, como aulas de tênis numa academia de Miami (leia mais aqui).
Apesar disso, Cunha ainda tem o apoio do PSDB, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que conta com ele para um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, ancorado na tese das chamadas 'pedaladas fiscais'.
Ontem, Cunha divulgou nota sobre as suspeitas que pesam contra ele. "É de se destacar que até o momento o Presidente da Câmara dos Deputados não foi notificado, nem mesmo teve acesso, a qualquer procedimento investigativo que tenha por objeto atos ou condutas de sua responsabilidade. As únicas informações que possui são aquelas veiculadas nos órgãos de imprensa”, diz a nota. “Sem que isso signifique a admissão de qualquer irregularidade, é de se estranhar que informações protegidas por sigilo – garantido tanto constitucionalmente, como também pelos próprios tratados de cooperação internacional - estejam sendo ostensivamente divulgadas pela imprensa", completam os advogados.
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