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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

OS ETERNOS DE PARAIPABA

A PEDIDOS, ESTOU COLOCANDO UM DOS CAPÍTULOS DO MEU FUTURO LIVRO.





OS ETERNOS DE PARAIPABA




         Essa crônica é uma grande homenagem que faço aos familiares dos que já partiram e que, no entanto, deixaram um enorme legado de boas lembranças. Eles viveram na Paraipaba velha e na Paraipaba nova, e ajudaram a construir o nosso município de hoje.

         Começo pelo seu Evaristo Gomes, militar respeitado da Paraipaba velha, sendo este irmão do Raimundo Carneiro, o maior goleiro do time da Paraipaba e cunhado do Luiz Simplício, mas conhecido como Luiz Pezão, meu amigo de cabelos alvo, e também amigo do Oldemburgo Braga, filho da dona Duquesa, a Quesinha para os mais achegados.

         Ela, a Dona Duquesa, era amiga da dona Altina Laranjeira, que deu nome a uma escola municipal, a mais antiga da cidade, mãe do seu Otacílo Moreira. Ela também era conhecida do seu Zé, conhecido popularmente como Zé Pequeno. Ele, o seu Zé Pequeno, vendia gás ao senhor Olavo, que trabalhava fazendo frete à população em sua Belina avermelhada, este fez corrida ao senhor Antônio Néu, dono do famoso Club Iracema ou Club do Antôi Néu, que ficava perto da Praça Matriz, quase do lado do Afonso do cartório, esposo da dona Terezinha de Paiva, pais do Toin do Afonso. O seu Antônio Néu era sobrinho do seu Raimundo Néu, pai do Dadá e do João Néu.

         O seu Raimundo Néu era dono de um bar próximo ao antigo galpão. Este era vizinho do seu Tozim, irmão do seu Zeca Pequeno, mais conhecido como Cabeção, ele não gostava desse apelido. O seu Tozim também conhecia o seu Zé Galego da Cerâmica, que tinha como vizinhos a Dona Carmélia e seu Amadeu. Este conhecia a Dona santa, mãe do seu Zé Maneiro e do Bem-te-vi, do Chaga bila e Joãozinho.

         Ela, a Dona Santa, vivia perto da Dona Birica e do seu Zé Carneiro. Que conhecia o seu Raimundo Braga e dona Oguiana, e seu Raimundo Vaqueiro, pai do Celso pegador de gado, do seu Edmilson, treinador do time da Paraipaba, esposa da Dona Zelnira. O seu Joaquim Simplício e sua esposa, Dona Mirtes, conheciam o seu Ananias Braga, que tinha uma casa próxima à dona Cruzinha, esposa do Zé Bento, que tinha parentesco com o seu Neném Bento, no caso era filho. O seu Neném Bento, que vendia peixe, era pai do João Bento das Câmboas. O seu João Bento comprava na bodega do seu Otacílo Moreira, que também vendia para o seu Josué Moreira, pai da Dona Dalva Moreira.

         O Otacílio também vendia para o seu Milton da lagoinha. Este, por sua vez, conhecia o Raimundo Gomes, que conhecia Zeca Braga e Manoel Simplício, conhecido como Manezão, que bebia vinho perto do Pêdo Mourão, e aproveitava e conversava vários assuntos com seu Humberto Viera, esposo da Dona Iraniza, que conhecia a Minha avó, Maria Mourão, que era cunhada do Joaquim Viana, irmão do Zé Viana da Cana Brava, ambos filhos do seu Domingos Viana.

         Também acredito que o seu Joaquim Carneiro, responsável pela Gurita da entrada da cidade, pai do Abimael da rádio, conhecia todos os citados acima. Acho que o seu Chico Batista, do posto de gasolina, esposo da dona Luiza Braga, também conhecia a todos.

         A Rita Bidó também, acredito, conhecia essa gente toda. E o seu Agenor barbeiro contou o cabelo e tirou a barba de muitos desses e também do seu Expedito da dona Ernestina, pai do Expedito professor.

         Creio que pude relembrar aos amigos e parentes dessas queridas pessoas, quão significantes elas foram. Acho que as palavras que estes disseram e gestos que fizeram, vestimentas que usaram, foram em algum momento da leitura desta crônica vistos em suas memórias.

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