O Ministério Público do Ceará (MP-CE) entrou com ações contra a ex-prefeita de Paraipaba, Joana D'arc Carvalho Batista, e outros dois ex-gestores do Município. Segundo investigações do órgão,eles teriam emitido notas de empenho falsas para execução de serviços de engenharia durante exercício de 2007. Elas são acusadas de falsidade ideológica e peculato. As ações foram protocoladas na última sexta-feira, 12, pela promotora de Justiça Elizabeba Rebouças, e tem como ponto de partida denúncia do vereador Helano Coelho. Segundo a investigação, os pagamentos eram feitos em cheques para credores falsos, alguns deles nominais à própria Prefeitura. Além Joana D’arc, são acusadas o ex-secretário de Infraestrutura do Município, Iracílio Lucena, e a ex-tesoureira Maria de Fátima Carvalho. Em Ação Civil Pública (ACP), o MP-CE entende que os réus cometeram ato de improbidade, causando enriquecimento ilícito e dano ao erário. Além de pedir condenação dos réus, pede o ressarcimento integral ao erário. Redação O POVO Online
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
ALGUMAS COISAS NUNCA MUDAM!
O Ministério Público do Ceará (MP-CE) entrou com ações contra a ex-prefeita de Paraipaba, Joana D'arc Carvalho Batista, e outros dois ex-gestores do Município. Segundo investigações do órgão,eles teriam emitido notas de empenho falsas para execução de serviços de engenharia durante exercício de 2007. Elas são acusadas de falsidade ideológica e peculato. As ações foram protocoladas na última sexta-feira, 12, pela promotora de Justiça Elizabeba Rebouças, e tem como ponto de partida denúncia do vereador Helano Coelho. Segundo a investigação, os pagamentos eram feitos em cheques para credores falsos, alguns deles nominais à própria Prefeitura. Além Joana D’arc, são acusadas o ex-secretário de Infraestrutura do Município, Iracílio Lucena, e a ex-tesoureira Maria de Fátima Carvalho. Em Ação Civil Pública (ACP), o MP-CE entende que os réus cometeram ato de improbidade, causando enriquecimento ilícito e dano ao erário. Além de pedir condenação dos réus, pede o ressarcimento integral ao erário. Redação O POVO Online
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